domingo, 11 de abril de 2010

poema enroladinho

Nem sempre a sombra assombra.
Nem sempre a sina assina.
Nem sempre a soma assoma.
Nem sempre a Tina atina.

Quem acha que apito é pito
que preço tem o apreço
confunde dito e interdito
quer ser excelso no excesso.

O que é a pata da pata?
Onde se bota a bota?
Você não ata ou desata
com essa torta bem torta.

5 comentários:

Ana Tapadas disse...

Lindo, parece o ritmo de jogo de língua.
bjs

Mauricio disse...

Muito legal Cláudio!

Gerana Damulakis disse...

Adorei, Cláudio.

Janaina Amado disse...

Gosto tanto desse seu jeito moleque de escrever pra crianças, mesmo quando ensina vocábulos. Amei.

Mai disse...

Um jogo de palavras que aguça os sentidos e a memória fica alerta.
abraços

P.S.
Te achei em blog que visitamos em comum. O mundo nético as vezes contraria e expande-se sem fronteiras.

abraços