Mas hoje o que eu peço ao inominável é o abandono de mim.
O eu me centraliza, me ilha, e me continentiza, e me fronteiriza. Se eu puder quebrar esses limites a modo de jarra espatifada, imagino que me liberto da prisão do eu. O umbigo de mim precisa ser cortado. Se eu me tornar ar, fogo, terra e água; se eu me vir nesses elementos, serei menos eu a me desafiar. Serei mais.
Que venha o abandono de mim. O menos, o ponderável, o limítrofe da existência me projeta, deve me projetar, para o imenso. Mas não dou conta disso. Pro meu bem.
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